Começou o Campeonato Metropolitano de Futsal. E o que há de novo? Quase nada se comparado à Copa Goiás.
A estrutura da competição é a mesma (Apesar de ser um torneio mais curto, é tecnicamente bem feito), as equipes são praticamente as mesmas (Com exceção do ECOS, do SERP e do Anápolis), as informações as mesmas, a divulgação a mesma. Parece um filme repetido que vemos na “Sessão da Tarde”, onde quem assiste é porque não tem nada melhor para fazer.
A estrutura da competição é a mesma (Apesar de ser um torneio mais curto, é tecnicamente bem feito), as equipes são praticamente as mesmas (Com exceção do ECOS, do SERP e do Anápolis), as informações as mesmas, a divulgação a mesma. Parece um filme repetido que vemos na “Sessão da Tarde”, onde quem assiste é porque não tem nada melhor para fazer.
Torna-se tão repetido as situações que até as reclamações e as sugestões são as mesmas. Não que não devesse haver mais campeonatos para as equipes participarem, creio que isso é fundamental, mas a maneira como isso acontece é que poderia ser diferente. Se observarmos bem, até as estruturas táticas das equipes são as mesmas. Alguns ainda copiam o que se observa na Liga Futsal (Mas somente alguns, porque outros nem isso!). Nas categorias menores observa-se que a equipe em que o goleiro te um bom chute leva vantagem, porque o jogo vira quase um gol a gol, onde o posicionamento, a troca de passe e as movimentações são deixados de lado em função da busca da vitória a qualquer custo.
Assim na ânsia de ser campeões (Todos querem ser campeões!) esquecem-se de trabalhar a criança para ser um atleta de qualidade no futuro, quando alcançar a idade adulta que é quando se deve colher os frutos, mas infelizmente permite-se uma especialização precoce dos atletas mirins, desperdiçando desta forma grandes talentos que o futsal goiano poderia produzir. É notório que até o sub 15 este tipo de “Formação tática” tem efeito, pois a habilidade individual acaba sobrepondo o coletivo. Mas a partir daí o que se vê é que somente chegam ao pódio equipes que treinam e se preparam de uma forma mais estruturada, onde o coletivo sobrepõe o individual, mas sem tolher a criatividade dos atletas. Mas esta postura não tem mudado. Parece realmente um filme de “Sessão da Tarde” que assistimos já umas três vezes.
Então falemos do lugar comum, sempre mais do mesmo. Torna-se imperioso para o Futsal goiano que os treinadores de uma forma geral se capacitem (Cursos de treinadores aqui no estado seria essencial), um torneio mais atrativo para os clubes, torcedores e para a mídia. Intercâmbio com clubes de outros estados... Etc.
Assim na ânsia de ser campeões (Todos querem ser campeões!) esquecem-se de trabalhar a criança para ser um atleta de qualidade no futuro, quando alcançar a idade adulta que é quando se deve colher os frutos, mas infelizmente permite-se uma especialização precoce dos atletas mirins, desperdiçando desta forma grandes talentos que o futsal goiano poderia produzir. É notório que até o sub 15 este tipo de “Formação tática” tem efeito, pois a habilidade individual acaba sobrepondo o coletivo. Mas a partir daí o que se vê é que somente chegam ao pódio equipes que treinam e se preparam de uma forma mais estruturada, onde o coletivo sobrepõe o individual, mas sem tolher a criatividade dos atletas. Mas esta postura não tem mudado. Parece realmente um filme de “Sessão da Tarde” que assistimos já umas três vezes.
Não precisamos reinventar o futsal ou a maneira de gerir o mesmo, precisamos apenas de colocar em prática o que temos à mão. E para isto é necessário principalmente vontade. Vontade política de nossos dirigentes e vontade dos clubes em fazer diferente.
Assim ao invés de “Sessão da Tarde”, todos poderiam desfrutar de uma pré-estreia no cinema com pipoca e refrigerante.

